-Quem é o mais indicado?
-Franco, Majestade. Com toda certeza, este cavaleiro foi aclamado por todo reino, tornou-se símbolo da justiça entre o nosso povo.
O sol já brilhava forte entre os muros daquele grande castelo. O velho rei, de barba longa e grisalha, tinha seus olhos muito azuis depositados sobre a garota de cabelos ruivos que colhia margaridas no jardim interno.Com uma expressão grave, de quem guardou algum receio, o rei olhou para o conselheiro.
-Está bem. Mande-o.
Não demorou muito, as ordens desceram todas as escalas de hierarquia, apesar de não serem muitas, e logo chegavam aos ouvidos de Lord Franco.
-Está é a missa, milord. - sentenciou o pagem de Franco após ler o pergaminho que fora emitido pelo castelo. - O mensageiro acabou de deixá-la aqui.
Os olhos de Franco, um castanho incomum, brilhavam por cima da taça de prata, ele sorvia seus últimos goles de hidromel enquanto ouvia o pagem. Finalmente o momento que ele havia esperado por tanto tempo.
Ao final da noite, Franco, seus homens e alguns empregados montavam fortes cavalos em direção ao sul do reino, um vilarejo que constantemente era atacado por selvagens da floresta, mas por algum motivo, nunca avançam mais pelo reino, mesmo a defesa sul sendo mais fraca e devido à vantagem númerica o avanço só seria contido nas proximidades do castelo.
Mas o problema em si, e foco da missão, não eram os selvagens, mas era o líder dos selvagens...Aquele que por alguns e por ali ficou conhecido como Cavaleiro Negro.Ninguém sabia como ele era, era extremamente difícil chegar até mesmo perto de tal entidade...Ele protegia os selvagens e também era protegido por eles.
E Lord Franco recebeu a missão de eliminá-lo.
Ao amanhacer, houve uma comossão generalizada pela cidade. O acampamento dos novos cavaleiros foi montado silenciosamente durante noite.A fama de Franco era grandiosa pelo reino todo, as donzelas lhe rendiam suspiros, os homens lhe desejavam vida longa e próspera, os idosos, acometidos de grande emoção perdiam as palavras dos velhos lábios. As crianças temiam sua face dura, mas riam com o riso dele e se abrandavam ao seu olhar mais terno.
Franco daria toda a atenção que fosse demandanda por aquelas pessoas...mas agora, ele precisava se inteirar da situação do vilarejo. Ele queria o quanto antes a cabeça do Cavaleiro Negro posta sobre uma bandeija de prata.Junto do comandante diligente do vilarejo, Franco soube que os ataques dos selvagens ocorriam sempre durante a noite, eram violentos, mas incomuns, o saque era pouco e a destruição não era de nenhum dano irreversível. Eles assustavam, já haviam matado algumas pessoas, mas sem ferimentos de armas.
Não havia dificuldade aparente ao ver de Franco, seus homens armariam emboscadas e Franco aguardaria o próprio cavaleiro.Tudo foi planejado e preparado sem nenhum alarde, o vilarejo certamente era observado por selvagens durante o dia, de longe, em algum posto de observação camuflado nas matas. Os cidadãos foram instruidos a agir normalmente durante todo o dia.
Mansa e fria veio a noite...desceu as colinas do leste, e Franco esperava.As velas e fogueira em sua cabana, apagadas, silencioso ele esperava sentando em sua confortável poltrona. A armadura reluzia em alguns pontos, clareada pelo azul frio da madrugada.
O silêncio levou Franco ao sono.
-Franco, Majestade. Com toda certeza, este cavaleiro foi aclamado por todo reino, tornou-se símbolo da justiça entre o nosso povo.
O sol já brilhava forte entre os muros daquele grande castelo. O velho rei, de barba longa e grisalha, tinha seus olhos muito azuis depositados sobre a garota de cabelos ruivos que colhia margaridas no jardim interno.Com uma expressão grave, de quem guardou algum receio, o rei olhou para o conselheiro.
-Está bem. Mande-o.
Não demorou muito, as ordens desceram todas as escalas de hierarquia, apesar de não serem muitas, e logo chegavam aos ouvidos de Lord Franco.
-Está é a missa, milord. - sentenciou o pagem de Franco após ler o pergaminho que fora emitido pelo castelo. - O mensageiro acabou de deixá-la aqui.
Os olhos de Franco, um castanho incomum, brilhavam por cima da taça de prata, ele sorvia seus últimos goles de hidromel enquanto ouvia o pagem. Finalmente o momento que ele havia esperado por tanto tempo.
Ao final da noite, Franco, seus homens e alguns empregados montavam fortes cavalos em direção ao sul do reino, um vilarejo que constantemente era atacado por selvagens da floresta, mas por algum motivo, nunca avançam mais pelo reino, mesmo a defesa sul sendo mais fraca e devido à vantagem númerica o avanço só seria contido nas proximidades do castelo.
Mas o problema em si, e foco da missão, não eram os selvagens, mas era o líder dos selvagens...Aquele que por alguns e por ali ficou conhecido como Cavaleiro Negro.Ninguém sabia como ele era, era extremamente difícil chegar até mesmo perto de tal entidade...Ele protegia os selvagens e também era protegido por eles.
E Lord Franco recebeu a missão de eliminá-lo.
Ao amanhacer, houve uma comossão generalizada pela cidade. O acampamento dos novos cavaleiros foi montado silenciosamente durante noite.A fama de Franco era grandiosa pelo reino todo, as donzelas lhe rendiam suspiros, os homens lhe desejavam vida longa e próspera, os idosos, acometidos de grande emoção perdiam as palavras dos velhos lábios. As crianças temiam sua face dura, mas riam com o riso dele e se abrandavam ao seu olhar mais terno.
Franco daria toda a atenção que fosse demandanda por aquelas pessoas...mas agora, ele precisava se inteirar da situação do vilarejo. Ele queria o quanto antes a cabeça do Cavaleiro Negro posta sobre uma bandeija de prata.Junto do comandante diligente do vilarejo, Franco soube que os ataques dos selvagens ocorriam sempre durante a noite, eram violentos, mas incomuns, o saque era pouco e a destruição não era de nenhum dano irreversível. Eles assustavam, já haviam matado algumas pessoas, mas sem ferimentos de armas.
Não havia dificuldade aparente ao ver de Franco, seus homens armariam emboscadas e Franco aguardaria o próprio cavaleiro.Tudo foi planejado e preparado sem nenhum alarde, o vilarejo certamente era observado por selvagens durante o dia, de longe, em algum posto de observação camuflado nas matas. Os cidadãos foram instruidos a agir normalmente durante todo o dia.
Mansa e fria veio a noite...desceu as colinas do leste, e Franco esperava.As velas e fogueira em sua cabana, apagadas, silencioso ele esperava sentando em sua confortável poltrona. A armadura reluzia em alguns pontos, clareada pelo azul frio da madrugada.
O silêncio levou Franco ao sono.
0 comentários:
Postar um comentário