Rito de tinta

Author: Pluribus Unum /

"Não havia naquela manhã nenhum atrativo
especial.
Por entre frestas puder ver o sol despontar na campina.
A
brisa
fria deixou os animais preguiçosos, o sol custou a aquecer o solo e
inspirá-los a virem saudar o novo dia.

Mas o que se passava
lá fora não era idêntico ao que eu tinha em meu
quarto.
O quadrado
cálido
que eu me acomodava todas as noites dava-me o conforto
necessário
para a
satisfação do frio.

Enquanto estou aqui, pensando,
algumas frutas
me fazem companhia...alguns
goles de suco foram
sorvidos por mim, que
desatento permitiu que algumas gotas
se
derramassem por folhas ali da
escrivaninha.
Mas quem liga? Papéis velhos
devem ter
manchas.

Abri um pouco da janela, o vento a levou com
força contra
a parede externa
e imediatamente veio saudar o meu rosto,
que suavemente o
beijou.
A ponta de meu nariz ficou um tanto fria,
enquanto o ar gelado
ganhava espaço no meu peito.

Senti a
calidez do quarto
diminuir, mas não me importei, agora havia
equilibrio.
Sentado cá onde
estou, abri o vidro de tinta de pena,
havia também uma pilha de
papéis à minha
disposição.
A ponta áspera da pena foi
colocada sobre as folhas
amareladas
enquanto o meu olhar se
perdia nas montanhas ao longe.
A chama
da vela ao meu lado dançava
levemente, ajudava na minha dispersão e
me
ajudou a chegar na triste
conclusão que logo cheguei enquanto
levantava:

Não havia
nada para escrever naquele
dia..."


In Memorian

Author: Pluribus Unum /

Os anos se passaram vagarosamente.
O homem sancionou o tempo.
E este, sedento e ávaro, tudo quis consumir.
Consumiu o fogo. Consumiu a madeira.
Água e terra. Consumiu a criação.
O corpo do homem.
A memória do homem.
A consumição está sendo consumada.
(...)
Os meus olhos já não brilham e conseguem ver tanta cor.
O céu é de um azul pálido e sem vida.
Queria eu poder dizer que ainda há algum verde vivo em alguma folha de algum galho novo.
As pedras já não são aquecidas por um sol dourado, a areia perdeu a forma.
O vasto mar, é morto, não algo a se apreciar.
(...)
A última águia alçou solitária seu vôo de libertação,
o desespero no último rufar de asas.
Suas garras poderosas agora eram incômodas,
a prendiam na terra.

O último bando de felinos se reuniu,
conservaram ainda o brilho selvagem no olhar,
mas domados pela sede e fome se entregaram ante a última
sombra de um último oasis perdido no deserto.
O grande leão rugiu chorando.

Os últimos tambores soaram.
Algum sino solitário se dispos a badalar.
Clarins.Flautas e guizos.
Uma última canção do passado?

Silêncio e penumbra.
A luz dissipada se perdeu no tempo.
Mais silêncio, silêncio entre o beijo de despedida.
Silêncio entre as mãos enlaçadas.

A foice deposta trará um novo dia.O tempo não será tirano.
Não correrá. Caminhará pimpão entre os passantes.
A ilusão se torna um passado querido, ainda que sofrido.

As mãos não se separam.
Ao fim, o gosto e o sabor.

A certeza de que o beijo da saudade, é melhor que o da despedida.
- Francisco J. B. Pinheiro .'.
(N.A.: Onde aparece "(...)" deveria ser uma linha de espaço, mas a edição de texto NÃO está ajudando. Fico devendo a formatação correta.)

O Arlequim - Especial pra ela...

Author: Pluribus Unum /

Não consigo escrever quando me sinto bem aventurado. Sinto-me tonto, os pensamentos se esvaem, sem norte, como folhas secas em ventania. É um esforço formidável dedicar-me a extrair algum bom valor de mim mesmo nestas condições. Vejamos... Minha natureza é silenciosa, falo pouco, e tenho olhos enfáticos e curiosos, embora estéreis em tantas ocasiões. Afortunado, não vou além do contraditório, genuína máscara. Venturoso em demasia não me sinto eu, sinto-me outro. Sou sereno, macambúzio de sorriso leve e tímido, deveras um pouco infantil. Minha alegria é assim, gosto do abraço tácito e alongado, sinto-me feliz, gosto de ficar na rede num slide beijo leve, gosto das cócegas (Nela, não em mim), também gosto de morder, mordo macio... às vezes com vigor, ainda assim é uma dádiva que se dispõe de mana - uma ambrósia - e é reciprocado quase sempre em forma de vendeta, uma deliciosa vendeta quando não exagerada, é claro. Gosto de brincar de esconder-me dela, mas somente com as mãos tapando os olhos e evidentemente trapaceadas; sem ausentar o corpo, sem ir muito distante. Um minuto de saudade acabaria o jogo e certamente eu perderia. Eu gosto, assim me sinto outro. Quem sabe um Arlequim jururu que hoje se sente tão bem...

Nota: Não sei quem é o autor. Achei esse texto em um blog, faz algum tempo.

Cosido (Com "S" mesmo)

Author: Pluribus Unum /

Creio que posso usar a expressão "Desde sempre" para pode começar a introduzir essa mensagem...Então:
Desde sempre foi uma preocupação do homem eternizar-se. Antes mesmo da consciência da morte já havia uma preocupação de fazer perdurar os conhecimentos adquiridos por cada indivíduo...
Tivemos desenhos rupestres, tive hieróglifos, tivemos pergaminhos, tivemos histórias contadas de geração para geração...
O homem pareceu aceitar com certa naturalidade a idéia da morte, e teve a necessidade material de propagar seu conhecimento, e soberbamente, acreditando em algo onde não foi lhe dado garantia ele nunca pareceu pensar que tudo o que ele fizesse de material poderia um dia sumir da mesma forma que ele, criador, poderia sumir também.
Porém, tudo se resume na mesma idéia, no mesmo ponto e desejo: manter viva uma memória passada.

O homem, como ser naturalmente inovador, desenvolveu os métodos todos que eu disse logo a cima, porém, ele tem um outro método muito mais precioso, valioso e particular, de guardar as memórias passadas.

A própria memória. Basta um fechar de olhos, basta um instante de concentração e nós vemos exatamente aquilo que nós vimos...seja um minuto atrás, seja um dia, um mês ou três...
Não importa, nós podemos voltar para o nosso passado quando queremos...E já faz algum tempo eu faço isso constantemente...faço isso sempre que me dói no peito algo que não tenho na frente dos meus olhos e no alcance da minha mão.

Certo também é existiram livros proibidos, textos profanos, memórias, sonhos e desejos de muitos que não puderam ser transmitidos ou perpetuados, e hoje em dia nós nem ao menos podemos imaginar como foram seus rostos, suas vozes e o que suas palavras apagadas pelo tempo queriam nos dizer, por isso que acho válido relembrar somente as coisas boas, os bons momentos com as pessoas queridas, de resto nada vale relembrar.

Hoje eu me lembro de primeiros encontros, de primeiros olhares, carícias e toques...
Lembro daquele beijo quase desajeitado naquela sala escura com aquele filme chato (graça ao filme chato, diga-se)...enfim, de cada começo tímido.

Eu não me canso de fazer todas as retrospectivas mentais necessárias pra me sentir mais perto do meu afeto.
A grande vantagem da nossa memória é a nossa privacidade, nós vamos e voltamos, abrimos e manuseamos nossas mentes em busca do passado sozinhos...sem ninguém poder opinar, riscar, apagar, argumentar ou modificar nada. A nossa memória é nossa...
É no fundo não mais que um livro muito particular e imaterial...
Cada dia que passa nos cosemos uma página a mais, sempra uma a mais...nela são escritas letra por letra o que nos interessa.

É difícil encontrar um livro só com páginas belas e boas, arrisco dizer que é impossível, muita gente pode esquecer seu conteúdo, mas isso não rasga a página desse livro...nada rasga essas páginas...nada.

Mas agora, com as páginas que recentemente eu firmemente tenho cosido no meu livro eu fico cada vez mais feliz...
Nada do que eu continuar dizendo vai ser o suficiente para completar o meu sentimento...e isso ainda me deixa mais feliz, no momento que uma palavra minha encostar nesses sentimentos eu sei que ele terá minguado muito...
E eu sei, que ele não vai minguar enquanto não parar de crescer...

Concluindo, é aqui e assim, é abrindo parte pequena das minhas memórias e sentimentos que eu me sinto um passo pequeno a mais perto da eternidade.
Uma eternidade que meus olhos não podem nem ao mesmo imaginar ainda, mas que é construida e solidificada com cada página cosida que fica lá para trás, na bagagem das minhas memórias que o tempo não terá como apagar.

Francisco J. B. Pinheiro

Sílas - o garoto que tinha um mundo

Author: Pluribus Unum /

"A mente dele era mais poderosa do que sabia. Seu coração, maior do que lhe cabia.
Fantasia e realidade converteram num mundo alternativo, cheio de detalhes, e encantos...fabulosos."
Aqueles dias de verão que pare Silas eram inúteis, lhe pareciam ainda maiores no auge do calor daquela região. A única coisa que havia para um garoto simples da aldeia poder fazer era sentar-se junto alguma árvore da região. O bosque ficava ao sul do vilarejo, descia-se a colina de relva baixa e seguia-se uma trilha esquecida e quase apagada.

O garoto, Silas, descia agora esse caminho, via entendiado e lentamente...chutando as pedras pelo caminho. Os pés do garoto ardiam pelo calor daquela terra seca da trilha, ah, mas ele já era acostumado, ele só soube o que era calçar algo quando era muito novo, seus pés já não tinham lembrança...essa era só mais uma das lembras que ele havia perdido.
Ah pois, vamos deixar o nosso menino descer o caminho quente de areia e deixe-me atulhar a sua imaginação com os detalhes sobre ele.
Silas é um garoto franzino de pela queimada de sol, mas em muito menor escala do que os habitantes do seu vilarejo, o que causa estranheza na maioria, já que todos ali são trabalhadores e trabalham constantemente no sol escaldante dos planaltos onde cultivam suas plantações.
Sua estatura é baixa, nem tão baixa para a idade talvez, mas não passa muito de um metro e meio, é longelíneo, chega a ter um rosto bonito. Seus traços são retos e profundos, os olhos quase negros e grandes, são enormemente tristes mas com uma fagulha sonhadora que não se encontra mais nos seus convivas e nem em uma outra criança deste mundo.
Os cabelos, um tanto cumpridos são desgranhados e mau cortados, o que é uma pena. Seu ar sério de adulto é incomum, ele dificilmente é visto com outras crianças, mas na verdade é sonhador e estremamente gentil e carinhoso, é um bom menino e um menino bom.
Editando...

Um Estudo em Vermelho(e Roxo também) - Sobre a Razão -

Author: Pluribus Unum /

Certo. Vou viajar(ou não).
O título alí diz que eu tenho que falar sobre a razão, né?
E será mesmo que eu tenho que fazer o que o título me diz pra fazer?
Hm...Eu penso que sim, e você aí? Se eu estou certo (e provavelmente sim. E eu disse provavelmente.) você pensa também.
Afinal, se temos um título e o texto simplesmente não tem absolutamente NADA A VER com a frase que lhe é um chamariz, que é algo para lhe prender a atenção...é algo absolutamente ilógico, portanto, é algo irracional.
Agora, enfim, nós percebemos que eu ainda não saí tanto do assunto. O que por si só já é bom.
E voltando, por que a última linha estava fora do assunto.
Recentemente tenho "discutido" bastante com a minha excelentíssima, sobre razão, a dita razão que ela sempre quer ter (e ocasionalmente tem).
O fato é que agora pouco cheguei da faculdade, já me sentindo cansado pelo que antevejo que virá no decorrer deste semestre, e fui para um relaxante banho quente e estava pensando nas nossas discussões sobre razão...
E como sempre a minha mente costa de sussurar coisas no meu ouvido quando estou mais quente...e me dei conta de algo praticamente óbvio.
A razão não é algo que nós temos ou não temos simplesmente. A razão necessita de um caminho para vir até nós, e ela vem através de um único caminho, o da argumentação.
Argumentar não se trata de dizer a verdade ou a mentira, se trata da versão dita sobre um assunto e esta versão sim ela deve chegar o mais próximo possível da realidade para que o ouvinte não se sinta ofendido com o conteúdo da argumentação.
Pois bem, vou exemplificar, primeiro com a introdução, claro.
Existe uma piadinha antiga e lógica, e esta lógica e o que a torna, na minha opinião, ruim.
Ela conta sobre um cidade do nordeste que atravessa a seca, e também sobre um grupo de beatas que iam todos os dias para a Igreja rezar e pedir que a chuva caísse.
Certa vez, o padre, que sempre via as beatas na Igreja as questionou sobre sua fé, dizendo para elas que elas não a tinham. As beatas indignas retrucaram dizendo que era claro que tinham fé, iam todos os dias à Igreja rezar, isso era sinal de sua fé. O padre, por sua fez replicou, dizendo que se elas realmente tivessem fé levariam um guarda-chuva para a Igreja, afinal, o que elas queriam era Chuva.
Moral, as beatas rezavam pela chuva, mas elas realmente acreditam que ia chover, se acreditassem deveriam legar o acessório necessário para não se molhar.
Pois bem, o argumento do padre é válido e dotado de certa lógica. "Certa lógica" por que?
Digo 'certa' por que o simples fato das beatas irem rezar pela chuva com seus belos guarda-chuvas não ia fazer chover antes da hora no Nordeste, talvez houvesse a coincidência, e até que alguém me provasse o contrário seria coincidência.
Agora para o exemplo infra introdutório!
Combinei de domingo sair com a referida senhorita que sempre discorda de mim, ela afirmando que choveria e isso "embarraria" nosso programa, até mesmo no sentido literal, pois se não.
Pois eu, consultando meu aplicativo estúpido do Windows Vista dizia que não. Ela que sim. Eu que não.
Saímos, o dia até então estava meio nublado e até bastante quente para o tipo de clima que se apresentava, até mesmo um sol pálido se manifestava vez ou outra.
Então, chegamos ao destino...ficamos se fazer nada e conversamos...conversamos, rendi-lhe carinhos como é de meu feitio (xD), certo, a chuva se pronunciou mansa, caia lentamente.
Ora, ela teve razão, e segundo o que eu disse não a razão completa, mas teve razão, bem como eu a perdi totalmente.
Porém, logo parava de chover, tinha sido só uma garoa, eu recuperava a razão? Não totalmente para a minha felicidade.
Tempo se passava, a chuva ia e voltava e com isso a razão também.
Foi então que me lembrei da piadinha, e me dei conta que se eu não pudesse ter razão, me certificaria que ela também não ia tê-la.
Disse então que se ela tinha tanta certeza que ia chover, por que não havia levado um guarda-chuva.
Foi então, que pela primeira vez, a resposta foi um longo e repleto de dúvida e supresa, silêncio.
Eu havia vencido e ela aceitado a derrota implicitamente, porém, como era de se esperar e era mesmo ela logo trouxe as desculpas que eu acha que trazia mais enfim...
O tempo passou denovo e logo nos despediamos e foi só ai, quando ela já ia longe demais para eu poder olhá-la que eu vi, que chovia e fazia sol ao mesmo tempo (romântico até).
Pois bem, encerrando, eu não faço questão de ter sempre a razão ou não, eu só me exercíto para o futuro e me apaixono mais ao ver a menina tão irritadinha quando ela me contraria.
(Encerrando com declaração, não perde essa!)
Maira, viu o tanto que tu me fez escrever?! xD
E isso tudo por isso aqui que eu queria te dizer aqui no final, e digo por aqui por que sei que aqui é mais fácil pra tu ler do que pelo 'kokut'...
Tu é uma daquelas poucas pessoas que tem o dom de tangir as cordas do meu coração, daqueles pessoas que ganharam a minha adimiração e carinho em todos os aspectos, seja na tua forma de agir, seja na tua forma de pensar.
Como disse a incrível Galactéia, do filme O homem bicentenário:
Eu e você, somos iguais, nós temos personalidade!
Primordia Cuncta...Pavida Sunt!

E um rapaz apaixonado chega ao fim de uma postagem.

Francisco J. B. Pinheiro .'.

Filosofia de Vida - Walt Disney

Author: Pluribus Unum /

Não conheço nenhuma crinça, ou alguém que já foi criança, que não tenha visto pelo menos um desenho produzido pela Disney. Desde o seu mais antigo e primeiro: A Branca de Neve e os Sete Anões, até as suas produções mais recentes, tais como aquele que eu esqueci o nome mais estreiou hoje. Enfim...

Todos nós tivemos nossa vida tocada de forma muito simples pelas mensagens contidas nos desenhos sempre tão sutis, sempre tão sinceros.

Há um motivo, sempre há.
E eu não duvido de qual seja depois de receber este texto:

"E assim, depois de muito esperar, num dia como outro qualquer, decidi triunfar.
Decidi não esperar as oportunidades e sim, eu mesmo buscá-las.
Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solução;
Decidi ver cada deserto como uma possibilidade de encontrar um oásis.
Decidi ver cada noite como um mistério a resolver.
Decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de ser feliz.
Naquele dia, descobri que meu único rival não era mais que minhas próprias limitações
e que enfrentá-las era a única e melhor forma de superá-las.
Naquele dia, descobri que eu não era o melhor, e que talvez nunca tivesse sido.
Deixei de me importar com quem ganha ou com quem perde.
Agora me importa simplesmente saber melhor o que fazer.
Aprendi que o difícil não é chegar lá em cima e, sim, deixar de subir.
Aprendi que o melhor triunfo é poder chamar alguém de "amigo".
Descobri que o amor é mais que um simples estado de enamoramento, o amor é uma filosofia de vida!
Naquele dia, deixei de ser um reflexo dos meus escassos triunfos passados e passei a ser uma tênue luz no presente.
Aprendi de que nada serve ser luz se não para iluminar os demais.
Naquele dia, decidi trocar tantas coisas...
Naquele dia, aprendi que os sonhos existem para tornar-se realidade.
E, desde aquele dia, já não durmo para descansar.
Simplesmente durmo...para sonhar." - Walt Disney

Se você, se eu, se todos nós pudessemos absorver cada partezinha pequenina da grandeza das coisas que estão neste texto possivelmente todos nós teríamos o mesmo toque sutil e genial das produções sinceras feita em nome de Walt Disney.

Não considero este texto iniciático, não não.
Mas sim o texto de um iniciado.

Tentemos, meus amigos, ser assim...Vamos sonhar mais. Vamos amar mais.
Vamos nos preocupar menos em subir, e sim mais em iluminarmos os caminhos daqueles que estão ao nosso redor, nem que para isso tenhamos que deixar de subir.

Por hoje é isso.
Um Feliz Novo Ano para todos, repleto de sucesso, paz, saúde e força.

- Francisco J. B. Pinherio
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